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PARAGUAI – JANEIRO DE 2021

Pois Deus não deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilibrio. (2 Timóteo 1.7).

 

 

 

Salam,


Durante todo o ano de 2020 experimentamos a graçã de Deus. Não podemos negar que as mudanças que aconteceram também glorificaram a Deus. E cremos que 2021 não será diferente. Seguiremos experimentando a Sua graça e glorificando o Seu nome entre os povos.


Começamos o ano com algumas expectativas. Queremos ver os irmãos que capacitamos e discipulamos compartilhando com intencionalidade o Evangelho entre os muçulmanos. Ainda é um desafio para os irmãos paraguaios vencerem o medo, preconceitos e indiferenças culturais e sociais. O comércio é a principal atividade econômica da região. Ciudad del Este, onde moramos tem uma atençao especial devido ao turismo comercial e por sua população multicultural. Junto com as cidades de Foz do Iguaçu/PR e Puerto Iguazú/ARG, formam uma zona internacional de cerca de um milhão de pessoas, distribuida entre 80 etnias. 


Em Foz do Iguaçu está a mesquita Omar Ibn Al-Khattab, que tem a segunda maior colônia de árabes do Brasil. Em Ciudad del Este está a mesquita Al-Khulafa Al Rashidin, muito visitada pelos turistas; uma das maiores mesquitas arabes da Ámerica Latina.  No centro de Ciudad del Este está a mesquita do profeta Mohammad, e é frequentada pelos donos de comércio na cidade que não tem tempo de voltar a Foz do Iguçu para fazer as orações diárias. Os árabes são os donos de comércios de importados e lojas populares.

 

A comunidade árabe é muito influente na região por causa do seu poder aquisitivo. Eles fundaram instituições educacionais e sociedade islâmicas. Assim, a religião fornece os elementos para a criação e manutenção da comunidade.

 

O número de árabes que habitam na região não tem uma fonte confiável. Estima-se que há mais de 22mil árabes na região a maioria formada por libaneses e sírios. O islamismo é a região de 95% dos imigrantes árabes.

 

Quando falamos de fronteira não devemos pensar apenas em ternmos de limites geográficos, mas também em fronteira cultural, religiosa e social. Os hábitos, costumes e valores contribuem para seu distanciamento entre os povos, gerando preconceitos e tensões constantes. A nossa oração e que em meio a esse contexto a igreja seja ativa e relevante na região.

 

Queremos ver igrejas plantadas entre os muçulmanos. e não estou falando de templos. Os poucos crentes de origem muçilmana têm dificuldades para congregar em um templo local. Precisamos fazer algo para mudar essa situação. Não podemos fazer pressão sobre esses pressão sobre esses irmãos e nem a igreja local para se adaptarem. Entendemos que para cultuar a Deus não existe uma forma cultural, estilo, lugar ou modelo unico.

 

Outra questão e a segurança desses irmãos. Eles sabem de todos os efeitos sociais, econômicos, fisicos e familiares que a conversão caurará em família. O discipulado e fundamental e desafiante, pois temos que prepará-los para enfrentar esses efeitos por amor a Cristo.

 

Louvamos a Deus pela sua vida e apoio ao nosso Ministério. Diante da vontade e desejo, não podemos fazer nada para mudar a realidade que vivemos por aqui. Devemos colocar tudo diante de Deus em oração. Pedimos que se junte a nós nisso!

 

Rodrigo, Nádia, Rebeca e Samuel Pereira.

 


Rodrigo Pereira, Pr 
Paraguai - América Latina
Junta de Missões Mundiais da CBB
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20/01/2021
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